Nem Lutero, nem Bismark, nem Hitler – Legionário, 3 de fevereiro de 1946, N. 704, pag. 8

Plinio Corrêa de Oliveira – Diretor do “Legionário”

 

Hildesheim – Praça do Mercado com Câmara Municipal. No meio a Fonte de Roland, construída em 1540. O nazismo foi a mais abominável negação das tradições cristãs da Alemanha antiga. O reflorescimento da influência católica abre caminho para a restauração dos saudosos tempos em que a Alemanha não tinha sido maculada nem por Lutero, nem por Bismark, nem por Hitler.

 

Da Alemanha nos vem a ótima notícia de que os comunistas estão sendo estrondosamente derrotados em favor dos católicos. Ao mesmo tempo, na Baviera se forma um excelente movimento de índole monárquica e antiprussiana, que está sendo ardentemente combatido pelos remanescentes do partido nazista.
A solução para o caso alemão consiste precisamente no predomínio da zona católica bávaro-renana, sobre a zona prussiana, maciçamente protestante e nazista.

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