Catolicismo, N.° 434, fevereiro de 1987 (www.catolicismo.com.br)
TFP pulveriza calúnias da “máfia”
A 13 de Novembro último o jornal “O Norte”, de João Pessoa, estampou notícia fazendo eco a repetidas inverdades contra a TFP. A estas a entidade mais uma vez contestou com sua habitual clareza.
A propósito de um manifesto apócrifo do PC do B, cuja autoria — diz “O Norte” — é atribuída ao médico Dr. Jorge Raposo, presidente da UDR de Rondonópolis, o governador eleito de Mato Grosso, Carlos Bezerra, afirmou: “A UDR e a TFP que falam a mesma língua estão usando altos recursos para combater a democracia”.
Em resposta, a TFP emitiu um comunicado, reproduzido pelo mencionado diário paraibano em sua edição de 14 de dezembro último, do qual destacamos os tópicos iniciais:
“Reiteradas vezes tem a entidade esclarecido não manter qualquer vinculação com a UDR. ….
“O Sr. Carlos Bezerra certamente não teria feito tal afirmação se tivesse lido as páginas 45 e 62 da recente obra do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira intitulada `No Brasil, a Reforma Agrária leva a miséria ao campo e à cidade’. ….
“Pretender cercear a campanha da TFP qualificando-a como combate à democracia constitui, isto sim, uma atitude antidemocrática”.
O governador eleito do Mato Grosso fez ainda uma declaração inverídica, ao afirmar que “os propagandistas dela teriam feito proselitismo nas ruas daquela cidade e até em Cuiabá, em apoio do candidato da Aliança Democrática Municipalista (ADM).
“Causa espanto — observa o comunicado — registrar uma afirmação desse gênero, tendo em vista o caráter apartidário da entidade, desde sua fundação até o presente, conhecido aliás, de sobejo, por todos.
“A TFP — finaliza a nota da entidade — divulga o esclarecimento acima sem intuitos polêmicos e augura para o mencionado governador eleito uma atuação conforme as máximas da civilização cristã, e os legítimos interesses do Mato Grosso”.
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A “Folha de Londrina” de 12-12-86 também divulgou notícia que mereceu desmentido do Serviço de Imprensa da TFP, segundo a qual a entidade têm articulado um plano de participação na greve de âmbito nacional anunciada para aquela data.
Esclarece o comunicado: “O procedimento tradicionalmente ordeiro e legal da entidade, ao longo de 25 anos de atividades públicas, valeu a esta o impressionante número de 4.317 atestados de delegados, prefeitos e outras autoridades municipais comprobatórias da conduta modelar de seus sócios e cooperadores.
“Tais fatos qualificam automaticamente como caluniosa a hipótese levantada por esse jornal”.